No dia 02 de Janeiro de 2015
1- No dia 02 de Janeiro de 2015, um senhor idoso se aproximou do Palácio da Alvorada e, depois de atravessar a Praça dos Três Poderes, falou para o "Dragão da Independência" que montava guarda: Por favor, eu gostaria de entrar e me entrevistar com a Presidenta Dilma.
O soldado olhou para o homem e disse: Senhor, a Sra. Dilma não é mais presidente e não mora aqui.
O homem disse: Está bem. E se foi.
2- No dia seguinte, o mesmo homem idoso se aproximou do Palácio da Alvorada e falou com o mesmo Dragão: Por favor, eu gostaria de entrar e me entrevistar com a Presidenta Dilma.
O soldado novamente disse: Senhor, como lhe falei ontem, a Sra. Dilma não é mais presidente e nem mora aqui.
O homem agradeceu e novamente se foi.
3- Dia 04 de janeiro ele voltou e se aproximou do Palácio da Alvorada e falou com o mesmo guarda: Por favor, eu gostaria de entrar e me entrevistar com a Presidenta Dilma.
O soldado, compreensivelmente irritado, olhou para o homem e disse: Senhor, este é o terceiro dia seguido que o senhor vem aqui e pede para falar com a Sra. Dilma. Eu já lhe disse que ela não é mais presidente, nem mora aqui.
O senhor não entendeu?
O homem olhou para o soldado e disse: Sim, eu compreendi perfeitamente, MAS EU ADORO OUVIR ISSO!!!
O soldado, em posição de sentido, prestou uma vigorosa continência e disse:
ATÉ AMANHÃ, SENHOR!!!
E quem paga a conta?
Eleições 2014. Tudo caminhando como o normal,
barco à velocidade de cruzeiro. A candidata à reeleição
agride os opositores que agridem a candidata à
reeleição que se defende falando mal de tudo
que não fez e idolatrando tudo que fez.
Sempre foi assim e não vejo uma mudança tão cedo. Acho tudo um grande teatro, uma grande encenação. Parece que quando as cortinas se fecham todos saem juntos para tomar alguma coisa.
Tenho a impressão que se sentam em um bar e cada um pede sua bebida preferida.
E assim o assunto corre como se fosse uma agradável conversa entre concorrentes de apenas uma vaga. Conversa essa cheia de “sinceridades” e assuntos vagos.
E quando estão todos cansados cada um vai para sua casa, mas acaba-se notando algo esquisito.
A Luciana Genro foi embora no mesmo carro que o Aécio.
Hum, entendi. Tanto ódio nos debates só pode ser amor.
Mas ainda temos um problema: Todos foram embora sem pagar a conta.
Mais uma conta criada por eles que será paga por nós.
Sempre foi assim e não vejo uma mudança tão cedo. Acho tudo um grande teatro, uma grande encenação. Parece que quando as cortinas se fecham todos saem juntos para tomar alguma coisa.
Tenho a impressão que se sentam em um bar e cada um pede sua bebida preferida.
Aécio pede Uísque, bebida saborosa
que te deixa com ar de superioridade. Coisa de chefão da máfia
mesmo.
Levi Fidelix
pede um Red Bull, afinal de contas Red Bull te dá asas pra voar até
aero trem.
Marina pede um
café forte. Ah, sem açúcar. Ah, com duas gotas de limão. É
preciso algo bem amargo para treinar essa linda carinha de carranca
com gases.
Eduardo Jorge,
o MITO, pede uma cerveja, a mais gelada, e uma dose de cachaça com
um torresmo para acompanhar. Até por que se for pra se divertir tem
que ser ao extremo.
Luciana Genro
não pede nada por que o garçom esqueceu-se de perguntar o que ela
queria e ela fica chateada.
A presidenta Dilma,
ao chegar sua vez, pede ao garçom que espere, pois ela precisa ligar
para o homem da língua presa para pedir uma dica do que beber.
Sempre recorreu a ele ao tomar decisões, não vai ser agora que ela
vai tomar uma decisão sozinha.
Como já esperávamos ele pede
pra que ele peça água, mas depois eles se encontram para tomar uma.
Ela não deve ficar se expondo em público sem a presença dele.
E assim o assunto corre como se fosse uma agradável conversa entre concorrentes de apenas uma vaga. Conversa essa cheia de “sinceridades” e assuntos vagos.
E quando estão todos cansados cada um vai para sua casa, mas acaba-se notando algo esquisito.
A Luciana Genro foi embora no mesmo carro que o Aécio.
Hum, entendi. Tanto ódio nos debates só pode ser amor.
Mas ainda temos um problema: Todos foram embora sem pagar a conta.
Mais uma conta criada por eles que será paga por nós.